CONVITE E PROGRAMAÇÃO DA FEIRA LITERÁRIA CÂNDIDO TEIXEIRA
12 sites que todo professor deveria conhecer
12 sites que todo professor deveria conhecer
Olá professores!
O Canal do Ensino está sempre em busca das melhores dicas para melhorar cada vez mais o relacionamento de professores e alunos e sempre aperfeiçoar os métodos de ensino e aprendizagem.
Desta vez, trazemos algumassugestões de sites para professores que vão ajudar na organização, preparação de aulas e relacionamento. Na hora de ensinar e aprender, toda dica é bem vinda.
Anote aí:
Portal do Professor
O Portal do Professor é um espaço criado pelo MEC (Ministério da Educação) para a troca de experiências entre professores do ensino médio e fundamental. É um ambiente virtual com recursos apropriados para professores como sugestões e orientações para criar uma aula, recursos educacionais, vídeos, textos, cursos, fóruns, links direcionados e eventos relacionados à educação.
O Portal do Professor é um espaço criado pelo MEC (Ministério da Educação) para a troca de experiências entre professores do ensino médio e fundamental. É um ambiente virtual com recursos apropriados para professores como sugestões e orientações para criar uma aula, recursos educacionais, vídeos, textos, cursos, fóruns, links direcionados e eventos relacionados à educação.
Clube do Professor
A ideia deste site para professor é de criar uma biblioteca virtual sobre a capacitação de professores universitários e assim oferecer textos organizados em módulos. O site possui artigos para professores e algumas ferramentas úteis como atividades online, tradutores, jornais, bibliotecas online e todo tipo de dica que pode ajudar na educação.
A ideia deste site para professor é de criar uma biblioteca virtual sobre a capacitação de professores universitários e assim oferecer textos organizados em módulos. O site possui artigos para professores e algumas ferramentas úteis como atividades online, tradutores, jornais, bibliotecas online e todo tipo de dica que pode ajudar na educação.
Alô Escola
O Site Alô Escola da TV Cultura reúne os conteúdos integrais de diversos programas produzidos pela TV Cultura e pelas Rádios Cultura AM e FM. Este rico material serve para complementar a atividade escolar, estimular o aprendizado, a pesquisa e auxiliar no aproveitamento escolar. O site é indicado para professores e alunos. Todos os trabalhos disponíveis no Alô Escola trazem propostas para abordagens dos temas além de informações complementares como bibliografia, discografia, filmografia e endereços de museus, logradouros ou sites que podem enriquecer a discussão de cada um dos assuntos.
O Site Alô Escola da TV Cultura reúne os conteúdos integrais de diversos programas produzidos pela TV Cultura e pelas Rádios Cultura AM e FM. Este rico material serve para complementar a atividade escolar, estimular o aprendizado, a pesquisa e auxiliar no aproveitamento escolar. O site é indicado para professores e alunos. Todos os trabalhos disponíveis no Alô Escola trazem propostas para abordagens dos temas além de informações complementares como bibliografia, discografia, filmografia e endereços de museus, logradouros ou sites que podem enriquecer a discussão de cada um dos assuntos.
Canal do Ensino
Portal com dicas sobre educação para professores, estudantes e educadores. Você encontra artigos sobre tudo o que envolve a educação e ainda downloads de livros, cursos grátis, bolsas de estudo, materiais para concurso, ofertas de empregos, vídeo-aulas e sugestões para pais e filhos em época escolar.
Portal com dicas sobre educação para professores, estudantes e educadores. Você encontra artigos sobre tudo o que envolve a educação e ainda downloads de livros, cursos grátis, bolsas de estudo, materiais para concurso, ofertas de empregos, vídeo-aulas e sugestões para pais e filhos em época escolar.
Portal do Ministério da Educação
O portal trata de assuntos como novidades do ensino, decisão política e ação técnica em prol da educação do país. Artigos e mais assuntos sobre educação para professores podem ser vistos através deste site oficial do governo.
O portal trata de assuntos como novidades do ensino, decisão política e ação técnica em prol da educação do país. Artigos e mais assuntos sobre educação para professores podem ser vistos através deste site oficial do governo.
Educacional
Fala sobre todas as etapas da educação começando pelo ensino infantil até o ensino médio. Informações especiais sobre o novo acordo ortográfico e temas para sala de aula, vestibular, banco de imagens, bate-papo, guia de profissões, diversos links, textos e artigos.
Fala sobre todas as etapas da educação começando pelo ensino infantil até o ensino médio. Informações especiais sobre o novo acordo ortográfico e temas para sala de aula, vestibular, banco de imagens, bate-papo, guia de profissões, diversos links, textos e artigos.
Educa Rede
Reúne diversos materiais para professores que podem ser aplicados na sala de aula, aborda temas atuais da educação no Brasil e fala sobre o assunto “internet nas escolas“. Este site é um portal destinado à escola pública brasileira e outras instituições educativas com conteúdo para professores e estudantes.
Reúne diversos materiais para professores que podem ser aplicados na sala de aula, aborda temas atuais da educação no Brasil e fala sobre o assunto “internet nas escolas“. Este site é um portal destinado à escola pública brasileira e outras instituições educativas com conteúdo para professores e estudantes.
Nova Escola
Site para professores com muita informação pedagógica, fala sobre questões educacionais e reportagens da Revista Nova Escola. Planos de aula, reportagens sobre ensino e aprendizagem, vídeos, animações e o que há de melhor e mais atual na Educação Básica são apenas alguns temas estão neste site.
Site para professores com muita informação pedagógica, fala sobre questões educacionais e reportagens da Revista Nova Escola. Planos de aula, reportagens sobre ensino e aprendizagem, vídeos, animações e o que há de melhor e mais atual na Educação Básica são apenas alguns temas estão neste site.
Porvir
Oferece dicas educacionais inovadoras, com diversas notícias sobre educação. Site com informações sobre educação em geral.
Oferece dicas educacionais inovadoras, com diversas notícias sobre educação. Site com informações sobre educação em geral.
Educação on-line
Muitos artigos direcionados diretamente ao professor e as pessoas interessadas sobre educação. Esses textos tratam de assuntos como educação inclusiva, qualidade na educação, psicopedagogia e muito mais.
Muitos artigos direcionados diretamente ao professor e as pessoas interessadas sobre educação. Esses textos tratam de assuntos como educação inclusiva, qualidade na educação, psicopedagogia e muito mais.
Site de dicas – Dicas de Educação
Dicas sobre educação para pais e professores, softwares educativos e atividades para ensino infantil e fundamental, textos de literatura sobre as lendas e mitos do folclore brasileiro, fábulas ilustradas clássicas, jogos educativos, desafios lógicos, links, downloads e atividades escolares.
Dicas sobre educação para pais e professores, softwares educativos e atividades para ensino infantil e fundamental, textos de literatura sobre as lendas e mitos do folclore brasileiro, fábulas ilustradas clássicas, jogos educativos, desafios lógicos, links, downloads e atividades escolares.
Domínio Público
Este site oferece gratuitamente acesso a muitas obras sobre literatura, poesia, questões educativas, documentos, textos, música e muito mais. São arquivos que já estão em domínio público em português e outras línguas. Há uma coleção especial apenas de livros sobre educadores famosos.
Este site oferece gratuitamente acesso a muitas obras sobre literatura, poesia, questões educativas, documentos, textos, música e muito mais. São arquivos que já estão em domínio público em português e outras línguas. Há uma coleção especial apenas de livros sobre educadores famosos.
Aproveite estas dicas para incrementar ainda mais suas aulas e motivar seus alunos.
Boa sorte!
Fundação Lemann oferece curso gratuito “Gestão de Sala de Aula”
O curso Gestão de Sala de Aula, desenvolvido pela Fundação Lemann e Elos Educacional, é oferecido para professores e equipes gestoras (diretor e coordenador pedagógico) para que juntos possam trabalhar na superação dos desafios da sala de aula a partir de situações práticas e reais, com objetivo de garantir uma cultura escolar de planejamento e observação, com altas expectativas de aprendizagem para todos os alunos e melhor uso do tempo.
O curso foi elaborado a partir dos princípios do livro Aula Nota 10: 49 Técnicas para Ser um Professor Campeão de Audiência, escrito pelo pesquisador norte-americano Doug Lemov e traduzido pela Fundação Lemann. Lemov observou mais de cinco mil salas de aulas com bons índices de aprendizado nos Estados Unidos e identificou boas práticas de professores que alcançaram resultados significativos no ensino de seus alunos.
O curso Gestão de Sala de Aula é oferecido em diferentes modalidades e já formou e aprimorou as técnicas de mais de 800 professores.
As inscrições estão abertas até 12 de agosto de 2015.
MODALIDADES
Curso online para professores do ensino básico de redes públicas de educação (gratuito): esta modalidade étotalmente online e tem conteúdo direcionado a professores em seu dia a dia, desde a maneira engajadora de receber os alunos na porta até práticas para que o professor aprimore sua didática constantemente, mudando a maneira como dá aulas expositivas. Oferecido apenas para professores do ensino básico de redes públicas de educação. Inscrições até 12 de agosto de 2015.
Curso semi presencial para diretores e coordenadores pedagógicos de redes públicas de educação (gratuito): além do conteúdo sobre práticas e estratégias em sala de aula, este curso traz uma seção sobre observação e feedbacks para que o gestor possa de fato acompanhar a atividade do professor e auxiliá-lo. Em 2015, cerca de 1.500 educadores estão cursando esta versão do Gestão de Sala de Aula. ::Novas inscrições serão abertas para 2016::
Curso livre online: chamado dinâmica e prática em sala de aula, é oferecido em parceria com a Unopar, e pode ser adquirido e cursado a qualquer tempo e por qualquer interessado.
WORKSHOP
Para turmas de até 35 professores e gestores escolares, tem duração de 16 horas e pode ser contratado por Secretarias de Educação, escolas particulares ou organizações não governamentais. Realizado em parceria com a Elos Educacional.
::As informações foram retiradas do site www.fundacaolemann.org.br/gestao-de-sala-de-aula.
As inscrições estão abertas até 12 de agosto de 2015.
4 formas de fazer o professor querer usar tecnologia
4 formas de fazer o professor querer usar tecnologia
Especialistas sugerem práticas que o gestor pode adotar para estimular o uso de recursos digitais entre seus docentes
As tecnologias estão cada vez mais presentes nas salas de aula do mundo todo, os alunos, em grande parte, são receptivos a elas, mas… e os professores? Os docentes são responsáveis por fazer a conexão dos recursos tecnológicos com os conteúdos dos currículos pedagógicos, por isso é importante que se sintam seguros e sejam preparados para usá-los.
Qual é o papel da direção e da coordenação de uma instituição de ensino nesse contexto? O que os gestores podem fazer para incentivar e otimizar o uso de das tecnologias dentro da escola? O Porvir conversou com especialistas de diferentes áreas para descobrir.
Veja algumas dicas de como estimular o uso efetivo das tecnologias por parte dos educadores.
1. Oferecer recursos pertinentesSão inúmeras as opções de recursos tecnológicos no mercado, tanto gratuitos quanto pagos [apenas o Escola Digital reúne milhares recursos...]. Pode ser difícil escolher qual plataforma adotar, qual game usar para abordar um conteúdo, ainda mais com o aparecimento de coisas novas frequentemente no mercado resolvendo problemas que às vezes o professor nem tem. Por isso, a utilidade do recurso precisa ser clara.
“Oferecer recursos que contribuam para o trabalho do professor em atividades que ele já realiza dentro de sala faz com que ele se sinta mais confortável em um primeiro momento”, afirma Thiago Feijão, empreendedor que criou a plataforma adaptativa QMágico. “O papel do gestor na implementação de novas tecnologias não se restringe a mostrar a direção da inovação, mas trazer as melhores ferramentas que possam se adequar à visão [pedagógica] proposta”, completa.
Para Fernanda Giannini, que trabalha com formação de professores na rede pública de São Paulo na área de tecnologia, é importante que as ferramentas escolhidas potencializem a aula do professor, que traga algo a mais, algo que ele não conseguiria realizar sem esse recurso. “A demanda de fazer uso de uma tecnologia tem que ser o mais pertinente possível. Cabe à direção apresentar ferramentas e mostrar quais são suas possibilidades de uso”, explica.
2. Incentivar que o uso da tecnologia seja um hábitoEstimular que o professor incorpore as tecnologias no dia a dia, em diferentes momentos e situações, deixando sua utilização mais natural, facilita a integração desses recursos com a dinâmica escolar. Quando esse uso acontece dentro e fora da sala de aula, na própria rotina do docente, ele se sentirá mais confortável em fazer uso da tecnologia.
“Adotar tecnologia é como escovar os dentes: no começo custa mudarmos nossos hábitos, mas, com o tempo, o benefício é evidente. Mudar hábitos requer acordo pedagógico, frequência de uso e acompanhamento”, ressalta Feijão sobre a importância da equipe pedagógica estar unida para implementar essas mudanças.A coordenadora pedagógica Adriana Gandin conta que, quando precisa compartilhar alguma informação com os professores do colégio onde trabalha, procura usar ferramentas que gostaria que eles usassem com seus alunos. “Para coletar dados ou enviar um arquivo maior, faço através de formulários do Google Drive ou do Dropbox. Assim, eles já percebem a funcionalidade desses recursos e isso os estimula a levar a ferramenta para a sala de aula.”
“A demanda de fazer uso de uma tecnologia tem que ser o mais pertinente possível. Cabe à direção apresentar ferramentas e mostrar suas possibilidades de uso”
3. Ter um coordenador tecnológico na escolaTer na instituição um profissional da direção que faça a ponte entre o corpo docente e os recursos tecnológicos pode facilitar o diálogo e a aproximação das ferramentas disponíveis com a abordagem pedagógica de cada professor.
“Esse profissional não é um professor que leciona nem um técnico da informação. Ele é a ligação entre a tecnologia da informação e o ensino. Ele gera a união de forma confortável e efetiva para o professor e para o aluno. É uma pessoa para pensar isso”, explica Giannini.
4. Investir na formação constanteAntes de ensinar, os professores precisam aprender como usar e se familiarizar com as novas tecnologias. Existem muitas formas de capacitá-los a isso, como cursos, palestras, workshops e seminários. Mas, para Giannini, essa complementação tem que fazer parte da carga horária de trabalho do profissional. “Os professores têm diversas obrigações não remuneradas fora da sala de aula, entre elas reunião de pais e institucionais, por exemplo. Quando a escola propõe a formação como mais uma atividade não remunerada, mesmo que seja para o benefício deles, eles não olham com bons olhos. Mas se a direção tem que estimulá-los a querer se aperfeiçoar, esse estímulo também vem pela remuneração.”
O educador Cesar Nunes ressalta que cabe ao diretor criar um ambiente onde a cultura do pensamento é valorizada e sugere como opção que a direção faça com os docentes uma avaliação formativa, que é um recurso pedagógico usado comumente pelos professores como ferramenta de diagnóstico do processo de ensino aprendizado dos alunos. O objetivo desse tipo de avaliação é que ela seja um instrumento de formação, do qual os alunos fazem parte ativamente. No caso de ser usada entre professores, a avaliação formativa tem o objetivo de ajudá-lo a encontrar a abordagem pedagógica que mais se adeque aos seus alunos.
“O professor precisa passar pelo processo que quer fazer seus alunos passarem. E o diretor precisa recriar esse ambiente usando tecnologia para dar mais confiança e segurança para os docentes. Um ambiente onde eles possam receber aprovação e feedback dessa experimentação.”
Essas formações são fundamentais como processo de reciclagem, para manter o corpo docente atualizado sobre os avanços tecnológicos e novos recursos disponíveis e também para trocar experiências sobre as ferramentas que já estão disponíveis para eles. “A formação continuada dentro da escola é importante, assim os professores podem compartilhar práticas com colegas, promover uma rede colaborativa. A troca entre eles é um processo bastante rico”, afirma Mila Molina, gerente de projetos da Fundação Lemann.
Projeto estimula a leitura com o uso das tecnologias
Projeto estimula a leitura com o uso das tecnologias
Criado pela ONG Casa da Árvore, o projeto E se eu fosse o autor? ajuda estudantes e professores a trabalhar literatura em sala de aula
por Angela Destri

Estimular a leitura dos alunos é um desafio comum para muitos professores, principalmente quando é uma atividade obrigatória e trata-se de uma obra clássica. Com isso, a ONG Casa da Árvore, que promove a cultura digital, enxergou nas novas tecnologias um meio de incentivar os estudantes de forma inovadora, inclusiva e colaborativa.
Em 2010, a instituição criou o projeto “E se eu fosse o autor?” com o objetivo de trabalhar uma nova metodologia de ensino, baseada nas mídias digitais. A proposta é que os estudantes usem esses mecanismos para criar coletivamente uma nova história baseada na obra literária discutida em sala ou façam suas próprias releituras, levando a narrativa para outra plataforma.
A iniciativa, desenvolvida em cidades do Tocantis, Goiás e Minas Gerais, funciona em parceria com as escolas da rede pública dos municípios onde atua. Em um primeiro momento, os professores participam do Laboratório de Práticas Pedagógicas Inovadoras, uma ação de formação continuada onde desenvolvem suas próprias formas de incentivar a leitura de seus alunos. Em seguida, os educadores e estudantes participam do Laboratório Criativo de Leitura e Tecnologia onde são produzidos conteúdos em diferentes mídias e formatos, como e-books, vídeos, mapas digitais, ações em redes sociais, radionovelas e até fanzines.
Foi a partir deste processo que os estudantes de Escola Estadual São José, em Palmas, no Tocantis, incorporaram o aplicativo WhatsApp nas aulas de Literatura. A proposta da professora Ana Paula Viana, desenvolvida durante as atividades do projeto, era instigar os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental a usar a ferramenta para discutir e refletir sobre “O Guarani”, de José de Alencar. O caso rendeu um artigo que será apresentado no 6° Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação, em Recife.
Na Escola Estadual Vovó Dulce, em Senador Canedo, Goiás, a professora Wilza Araújo desafiou seus alunos a usarem o mesmo aplicativo para criar narrativas colaborativas sobre temas que permeiam a história de Dom Quixote de La Mancha, clássico cavaleiro criado por Miguel de Cervantes. Os jovens produziram textos sobre a loucura e a violência contra idosos e compartilharam também suas experiências durante o processo.
Neste ano, o projeto “E se eu fosse o autor?” foi semifinalista do Desafio Tecnologia é Ponte, promovido pelo Changemakers da Ashoka com apoio do Instituto Embratel Claro.
Em 2010, a instituição criou o projeto “E se eu fosse o autor?” com o objetivo de trabalhar uma nova metodologia de ensino, baseada nas mídias digitais. A proposta é que os estudantes usem esses mecanismos para criar coletivamente uma nova história baseada na obra literária discutida em sala ou façam suas próprias releituras, levando a narrativa para outra plataforma.
A iniciativa, desenvolvida em cidades do Tocantis, Goiás e Minas Gerais, funciona em parceria com as escolas da rede pública dos municípios onde atua. Em um primeiro momento, os professores participam do Laboratório de Práticas Pedagógicas Inovadoras, uma ação de formação continuada onde desenvolvem suas próprias formas de incentivar a leitura de seus alunos. Em seguida, os educadores e estudantes participam do Laboratório Criativo de Leitura e Tecnologia onde são produzidos conteúdos em diferentes mídias e formatos, como e-books, vídeos, mapas digitais, ações em redes sociais, radionovelas e até fanzines.
Foi a partir deste processo que os estudantes de Escola Estadual São José, em Palmas, no Tocantis, incorporaram o aplicativo WhatsApp nas aulas de Literatura. A proposta da professora Ana Paula Viana, desenvolvida durante as atividades do projeto, era instigar os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental a usar a ferramenta para discutir e refletir sobre “O Guarani”, de José de Alencar. O caso rendeu um artigo que será apresentado no 6° Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação, em Recife.
Na Escola Estadual Vovó Dulce, em Senador Canedo, Goiás, a professora Wilza Araújo desafiou seus alunos a usarem o mesmo aplicativo para criar narrativas colaborativas sobre temas que permeiam a história de Dom Quixote de La Mancha, clássico cavaleiro criado por Miguel de Cervantes. Os jovens produziram textos sobre a loucura e a violência contra idosos e compartilharam também suas experiências durante o processo.
Neste ano, o projeto “E se eu fosse o autor?” foi semifinalista do Desafio Tecnologia é Ponte, promovido pelo Changemakers da Ashoka com apoio do Instituto Embratel Claro.
Aplicada em colégio, tecnologia torna lição de casa mais eficaz
Aplicada em colégio, tecnologia torna lição de casa mais eficaz
Colégio Internacional EMECE usa formulários do Google e o complemento Flubaroo para a elaboração, entrega e correção das tarefas
O Formulário Google e o complemento Flubaroo aumentaram em 22% a eficácia das lições de casa no colégio paulistano EMECE. A iniciativa, promovida pela Foreducation e aplicada com alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, observou o aumento da praticidade e disponibilidade para elaboração, planejamento e execução.
Os temas das aulas foram projetados com imagens e vídeos, seguidos de uma pesquisa em sala de aula que levou à montagem colaborativa de questionários de estudo para fixação do conteúdo. Os recursos ficaram acessíveis ao aluno em casa por meio do Google Drive.
O Flubaroo foi utilizado para a verificação personalizada dos erros e acertos, concedendo ao professor dados como média e questões com maior índice de erros.
“Fazer uma atividade no caderno é desmotivador para alunos da geração da velocidade, não faz sentido. Eles podem deixar de fazê-la ou apenas copiar do melhor da classe. Com a tarefa disponível a qualquer hora e lugar, o aluno vê um maior significado na lição de casa, a realiza e em três cliques recebe a devolutiva. O feedback imediato é um fator motivador”, declarou Fernando Rosario de Sousa, professor de História do EMECE e consultor de Tecnologia Educacional da Foreducation.
O aprimoramento do processo atingiu também os pais, que ganharam acesso ao andamento das aulas, trabalhos e desempenho a partir do Google Drive e diretamente no celular.
O CEI Paraty, no Rio de Janeiro, também aliou a tecnologia ao professor. Usando o Google Planilhas, ele simplificou, organizou, assegurou e salvou em nuvem os dados importantes, indicou a instituição.
A ferramenta facilitou a organização do professor, eliminando a necessidade de agendas e os erros em cálculos de médias, realizados automaticamente pelas fórmulas. O Google Planilhas reúniu os nomes dos alunos, planejamento semanal, notas e resultado final em um único arquivo, otimizando o tempo.
17 dicas importantes da Língua Portuguesa, específicas para uso na Matemática
17 dicas importantes da Língua Portuguesa, específicas para uso na Matemática
publicado por Rafael Santos
Começamos advertindo que não é pelo fato de estar escrevendo algum texto em Matemática que se vá desrespeitar as regras gramaticais de nossa Língua Pátria! Tampouco o fato de ser um bom aluno em qualquer matéria, justifica ou redime quem quer que seja de sair escrevendo errado. Portanto, ao escrever algum texto matemático, nunca se deve esquecer das vírgulas, dos pontos, da concordância verbal, das regras de acentuação, da ortografia e dos parágrafos. Neste ponto a responsabilidade dos professores é muito grande.
Muitas vezes é difícil estabelecer o certo ou o errado. Por esse motivo, em alguns dos itens controvertidos que apresentaremos a seguir, fomos muito cautelosos, e optamos apenas por expor as opiniões existentes, que talvez estejam longe de ser a palavra final, mas que devem ser respeitadas e conhecidas. Quando não houver uma palavra final, cabe ao leitor escolher o caminho a seguir.
1. A palavra que registram nossos dicionários é “invertível” (inverter + ível) e não, “inversível”, como é comum se usar. Segundo os dicionários, devemos chamar: “matriz invertível”, “função invertível”, etc. Não encontrei a palavra inversível registrada em qualquer dicionário. Sabemos que alguns autores de textos didáticos usam essa palavra, mas acreditamos que um bom livro não há de perder seu valor por esse fato!
2. O plural de “conjunto-solução” é “conjuntos-solução”.
3. CASO VERÍDICO: Numa prova, vimos uma frase que continha as seguintes palavras:
“... é preciso agradar a condição de que...” Atente que, independente do que essa pessoa queria dizer, condição alguma pode ser agradada, principalmente na Matemática! O correto é dizer que, “uma condição é satisfeita” ou que, “determinado objeto cumpre uma determinada condição”. Observe que condição é um requisito que se pede de um objeto matemático.
4. Fique atento, pois devemos afirmar que: “determinado elemento goza de uma propriedade”, ou “determinado elemento possui uma propriedade” , ou ainda que “determinado elemento tem uma propriedade”. Lembre-se que propriedade é uma qualidade especial que um determinado objeto matemático possui.
5. Diferente do que muitos estão acostumados, nos convencemos que se deve ler o sinal de ordem < (>) como “menor (maior) do que”. Já ≤ (≥) deve-se ler da seguinte maneira: “maior (menor) do que ou igual a”. Por exemplo, a expressão 3≥1 lê-se: “três é maior ≥1 do que ou igual a um” e(x−1)<0 lê-se: “xis menos um é menor do que zero”.
6. Dada uma funçãof , recomendamos que se evite chamar de raízes, aos números x tais que f(x)=0 . Esses números devem ser chamados de zeros da função f . O termo “raízes” fica reservado ao se referir à equações ou a polinômios. Dependendo de cada caso, dizemos, raízes de uma equação, ou raízes do polinômio.
7. ATENÇÃO PARA O PLURAL: Quando se escreve algum texto em Matemática, é muito comum usar os termos qualquer, qualquer que seja, etc. Preste atenção para o fato de que ‘qualquer’ é a única palavra em nossa língua cujo plural é flexionado no meio dela: quaisquer. Portanto, dizemos “quaisquer que sejama e b ”. O mesmo cuidado deve ser devotado quando do uso das expressões tal que e tais que. E para finalizar sobre o cuidado com o plural, observe-o com muito zelo para usar a flexão correta do verbo ser: seja e sejam. “Quaisquer que sejam x e z tais que ....” e “Seja n o número de raízes reais do polinômio p tal que p tem coeficientes inteiros e...etc.”.
8. Muitas vezes quando se está resolvendo algum exercício ou demonstrando um teorema e se conclui algum raciocínio (ou mesmo no uso diário!) empregamos a palavra portanto. Para evitar repetições, dependendo do caso, e da atenção necessária para usá-las corretamente, as seguintes palavras podem também ser empregadas com a mesma finalidade: então, conseqüentemente, logo, por conseguinte, donde, conclui-se que, daí segue-se que.
9. Outras expressões como ‘Ora’, ‘Com efeito’, ‘De fato’, também são de grande valia ao se começar uma demonstração de certas afirmações que se acabou de fazer.
10. Em diversas ocasiões, pode ocorrer que você tenha dois fatos para serem demonstrados (ou deduzidos, etc.), mas que a demonstração de um deles segue exatamente o mesmo procedimento do outro. Quando isso acontecer, é perda de trabalho, de tempo e de espaço, escrever as duas demonstrações, desde que a diferença entre uma e outra seja apenas de pequenos detalhes. Neste caso, depois de demonstrar-se um dos fatos, para se justificar a demonstração do outro, basta apenas dizer: “Procedendo-se de maneira análoga, obtemos...”, “Analogamente temos que... ”, “Usando um raciocínio análogo ao anterior” .Por exemplo, isso ocorre quando se demonstra a Lei dos co-senos:
“Considere um triângulo de lados medindoa,bec com respectivos ângulos internos
A,BeC , opostos a esses lados. Então temos que
i)a2=b2+c2−2bccos(A)
ii)b2=a2+c2−2accos(B)
iii)c2=a2+b2−2abcos(C)
Ora, para demonstrar esse teorema, basta demonstrar um dos itens i), ii) ou iii), e depois para justificar a demonstração dos demais, escreve-se que “Analogamente seguem-se os outros casos”
11. O certo é euclidiano, com i, e não euclideano, com e. Portanto, dizemos ‘Geometria Euclidiana’, ‘espaço euclidiano’.
12. Com referência a dois ângulos ou a dois segmentos de reta, dizemos que eles são congruentes quando possuem as mesmas medidas. Já dois triângulos são ditos congruentes, se, sem muito formalismo, um puder ser sobreposto sobre o outro. Cuidado: contenha-se nesses casos, para segurar a pecaminosa tentação de usar a palavra ‘igual’, ao invés de ‘congruente’!
13. Acerca da grafia das funções trigonométricas, podemos escrever co-seno (com hífen) ou cosseno (com dois esses, e não com um!!), bem como cotangente ou co-tangente ( com hífen), cossecante (com dois esses, e não com um!!) ou co-secante. Encontramos essas palavras registradas desta forma nos principais dicionários da Língua Portuguesa.
14. Apótema, apesar desta palavra terminar em “a”, ela é um substantivo masculino. Portanto dizemos, “o apótema”.
15. Apenas um detalhe: o substantivo é “extensão”, comx , mas o verbo é “estender”, com s
16. “De sorte que” é uma expressão que costumeiramente aparece em textos matemáticos e significa ‘de modo que’, ‘de maneira que’, ‘de forma que’. Por exemplo: “Considere dois números inteirosm e n de sorte que o máximo divisor comum entre eles seja 1”.
17. A palavra correta é “somatório”. Apesar do conceito de somatório vir de “soma”, a palavra “somatório” é um substantivo masculino. Não é registrada a forma “somatória”.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
[1] Anais do VIII ENEM – Minicurso – Formação de Professores que Ensinam Matemática. COMO ESCREVER UM TEXTO MATEMÁTICO (O EXEMPLO DA SALA-DE-AULA Autor: Daniel Cordeiro de Morais Filho - Departamento de Matemática e Estatística –UFCG.
Os problemas de uma língua, principalmente os significados de certas palavras e de seu uso, são um tema controvertido, cheio de debates, sobre os quais, às vezes, não se chegam a uma decisão unânime e satisfatória e em cujo debate não nos interessa entrar.
Muitas vezes é difícil estabelecer o certo ou o errado. Por esse motivo, em alguns dos itens controvertidos que apresentaremos a seguir, fomos muito cautelosos, e optamos apenas por expor as opiniões existentes, que talvez estejam longe de ser a palavra final, mas que devem ser respeitadas e conhecidas. Quando não houver uma palavra final, cabe ao leitor escolher o caminho a seguir.
1. A palavra que registram nossos dicionários é “invertível” (inverter + ível) e não, “inversível”, como é comum se usar. Segundo os dicionários, devemos chamar: “matriz invertível”, “função invertível”, etc. Não encontrei a palavra inversível registrada em qualquer dicionário. Sabemos que alguns autores de textos didáticos usam essa palavra, mas acreditamos que um bom livro não há de perder seu valor por esse fato!
2. O plural de “conjunto-solução” é “conjuntos-solução”.
3. CASO VERÍDICO: Numa prova, vimos uma frase que continha as seguintes palavras:
“... é preciso agradar a condição de que...” Atente que, independente do que essa pessoa queria dizer, condição alguma pode ser agradada, principalmente na Matemática! O correto é dizer que, “uma condição é satisfeita” ou que, “determinado objeto cumpre uma determinada condição”. Observe que condição é um requisito que se pede de um objeto matemático.
4. Fique atento, pois devemos afirmar que: “determinado elemento goza de uma propriedade”, ou “determinado elemento possui uma propriedade” , ou ainda que “determinado elemento tem uma propriedade”. Lembre-se que propriedade é uma qualidade especial que um determinado objeto matemático possui.
5. Diferente do que muitos estão acostumados, nos convencemos que se deve ler o sinal de ordem < (>) como “menor (maior) do que”. Já ≤ (≥) deve-se ler da seguinte maneira: “maior (menor) do que ou igual a”. Por exemplo, a expressão 3≥1 lê-se: “três é maior ≥1 do que ou igual a um” e
6. Dada uma função
7. ATENÇÃO PARA O PLURAL: Quando se escreve algum texto em Matemática, é muito comum usar os termos qualquer, qualquer que seja, etc. Preste atenção para o fato de que ‘qualquer’ é a única palavra em nossa língua cujo plural é flexionado no meio dela: quaisquer. Portanto, dizemos “quaisquer que sejam
8. Muitas vezes quando se está resolvendo algum exercício ou demonstrando um teorema e se conclui algum raciocínio (ou mesmo no uso diário!) empregamos a palavra portanto. Para evitar repetições, dependendo do caso, e da atenção necessária para usá-las corretamente, as seguintes palavras podem também ser empregadas com a mesma finalidade: então, conseqüentemente, logo, por conseguinte, donde, conclui-se que, daí segue-se que.
9. Outras expressões como ‘Ora’, ‘Com efeito’, ‘De fato’, também são de grande valia ao se começar uma demonstração de certas afirmações que se acabou de fazer.
10. Em diversas ocasiões, pode ocorrer que você tenha dois fatos para serem demonstrados (ou deduzidos, etc.), mas que a demonstração de um deles segue exatamente o mesmo procedimento do outro. Quando isso acontecer, é perda de trabalho, de tempo e de espaço, escrever as duas demonstrações, desde que a diferença entre uma e outra seja apenas de pequenos detalhes. Neste caso, depois de demonstrar-se um dos fatos, para se justificar a demonstração do outro, basta apenas dizer: “Procedendo-se de maneira análoga, obtemos...”, “Analogamente temos que... ”, “Usando um raciocínio análogo ao anterior” .Por exemplo, isso ocorre quando se demonstra a Lei dos co-senos:
“Considere um triângulo de lados medindo
i)
ii)
iii)
Ora, para demonstrar esse teorema, basta demonstrar um dos itens i), ii) ou iii), e depois para justificar a demonstração dos demais, escreve-se que “Analogamente seguem-se os outros casos”
11. O certo é euclidiano, com i, e não euclideano, com e. Portanto, dizemos ‘Geometria Euclidiana’, ‘espaço euclidiano’.
12. Com referência a dois ângulos ou a dois segmentos de reta, dizemos que eles são congruentes quando possuem as mesmas medidas. Já dois triângulos são ditos congruentes, se, sem muito formalismo, um puder ser sobreposto sobre o outro. Cuidado: contenha-se nesses casos, para segurar a pecaminosa tentação de usar a palavra ‘igual’, ao invés de ‘congruente’!
13. Acerca da grafia das funções trigonométricas, podemos escrever co-seno (com hífen) ou cosseno (com dois esses, e não com um!!), bem como cotangente ou co-tangente ( com hífen), cossecante (com dois esses, e não com um!!) ou co-secante. Encontramos essas palavras registradas desta forma nos principais dicionários da Língua Portuguesa.
14. Apótema, apesar desta palavra terminar em “a”, ela é um substantivo masculino. Portanto dizemos, “o apótema”.
15. Apenas um detalhe: o substantivo é “extensão”, com
16. “De sorte que” é uma expressão que costumeiramente aparece em textos matemáticos e significa ‘de modo que’, ‘de maneira que’, ‘de forma que’. Por exemplo: “Considere dois números inteiros
17. A palavra correta é “somatório”. Apesar do conceito de somatório vir de “soma”, a palavra “somatório” é um substantivo masculino. Não é registrada a forma “somatória”.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
[1] Anais do VIII ENEM – Minicurso – Formação de Professores que Ensinam Matemática. COMO ESCREVER UM TEXTO MATEMÁTICO (O EXEMPLO DA SALA-DE-AULA Autor: Daniel Cordeiro de Morais Filho - Departamento de Matemática e Estatística –UFCG.
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